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Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Física (IF) da USP e do Instituto de Química Max Planck de Mainz, na Alemanha, apontou que cerca de 30% (na estação seca) a 60% (na estação chuvosa) dos aerossóis identificados na região da Amazônia são provenientes de queimadas ocorridas no continente africano. Esses resultados trazem à tona discussões sobre a dinâmica climática global e seus efeitos no ambiente, na saúde e na sociedade, como um todo.
A matéria completa sobre esse estudo foi publicada pelo Jornal da USP e pode ser acessada clicando aqui.